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Instituto Mises Brasil

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Não existem pessoas contrárias à armas…existem pessoas a favor do monopólio delas pelo estados.

Esses “””inocentes”” que acreditam na benevolência estatal somada com o mito da eficiência do mesmo na defesa dos cidadãos…a despeito dos 60 mil assassinatos por ano

Essas pessoas tem o direito de não possuir armas elas mesmas, mas não devem ter o direito de tirar das dos demais. (inclusive maioria, que votou, no plebiscito, contra o desarmamento)

E no final das contas não imposta o sentimentalismo barato e pseudo argumentos que são expostos pelos ignorantes; proibir seu direito natural à legítima é imoral e ponto

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#arsgore

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Seu corpo é propriedade exclusivamente sua. Ninguém tem o direito de infligir danos a ele. Trata-se da propriedade mais inviolável que existe.

Ao proibir nossa auto-defesa ao mesmo tempo em que se mostra incapaz de garantir nossa integridade física e nossas posses, o governo está violando o nosso direito mais básico: o direito de não termos nossa vida ameaçada ou mesmo retirada de nós.

Por isso, portar armas para a autodefesa é um direito humano natural, essencial e indelével: ele advém diretamente do direito de propriedade que cada indivíduo tem sobre seu próprio corpo.

Embora haja numerosas estatísticas comprovando que armas são extremamente efetivas em produzir resultados exitosos quando usadas em uma situação de defesa própria, a *questão empírica ainda é o de menos*.

A questão ética e moral se sobrepõe.

E seria assim ainda que as estatísticas mostrassem o contrário.

O direito do indivíduo de poder se defender não depende de estatísticas. Não varia de acordo com probabilidades. Em nada importa se ele vive em uma cidade violenta ou em uma cidade extremamente pacífica. Seu direito à auto-defesa não pode ser suprimido e não depende de números. Não é uma função do risco (alto ou baixo) de ele se tornar uma vítima.

O direito à defesa própria é um direito baseado na dignidade do indivíduo. Ele não é e nem pode ser baseado em médias estatísticas. Trata-se de um direito que qualquer indivíduo possui pela simples virtude de ele ser um ser humano. Ninguém pode lhe suprimir esse direito baseando-se em números.

Você não perde o direito de ter uma arma só porque as circunstâncias em que poderá precisar dela são estatisticamente raras.

De resto, se você é incapaz de se proteger e quer delegar à polícia (o aparato estatal de proteção) a sua segurança e a de sua família, isso é um direito seu. Entretanto, vale lembrar que tal postura é também imoral. Pois, se você próprio não quer defender a sua família, como você pode esperar que outro indivíduo arrisque a vida dele para defender a sua família em vez da dele?

Confira.


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